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Velas (VLX): Larga escala e alcance característico com soluções descentralizadas

Um projeto que segue um conceito variado de “provas” é a Velas (VLX), sendo considerada uma Blockchain em AI-Powered Delegated Proof-of-Stake (AIDPOS)

Um dos assuntos mais recorrentes dentro das soluções do criptomercado é o tipo de “prova” de confirmação que cada proposta apresenta em seu White Paper. Isso se mostra cada vez mais evidente, ainda mais em tempos de transição do Proof-of-Work (PoW) para o Proof-of-Stake (PoS), visualizado dentro da Ethereum (ETH). Um projeto que segue um conceito variado de “provas” é a Velas (VLX), sendo considerada uma Blockchain em AI-Powered Delegated Proof-of-Stake (AIDPOS). Isso se une ao conceito de rede aberta com um ecossistema amplo focado em soluções descentralizadas. O grande foco da rede está na Inteligência Artificial, o que auxilia na funcionalidade de outros utensílios da Velas. De forma geral, a proposta busca resolver questões de dimensionamento e usabilidade.

Para que isso seja possível, a Velas conta com diversas características que fazem com que ela seja uma solução única dentro do setor dos criptoativos. A primeira que precisa ser citada é a EVM, que é um mecanismo de suporte para Smart Contracts e DApps que são desenvolvidos dentro da rede de Vitalik Buterin, algo que se une com as transações instantâneas que contam com baixo custo na rede. O usuário que atua com a rede conta com a Velas Account, que é uma “porta de entrada” sem senha que auxilia no manuseio de aplicativos. Mesmo que não tenha uma senha de acesso, aqui não é excluída a segurança habitual do setor. Trabalha no mesmo “nível” de grandes empresas de tecnologia mundial. Além disso, ainda há um gerenciamento de acesso bem característico, que segue o viés descentralizado e propõe maior criptografia ao usuário.

Vertentes

Mas, a gama de características não para por aí, sendo necessário o debate sobre outros preceitos que fazem da Vales uma solução bem interessante. O conceito conta com a Velas Vault, que se apresenta como uma vertente dentro do projeto, contando com um armazenamento de chaves privadas. Com esse mecanismo, a Vales propõe soluções de custódia para ativos operantes na rede, como é o caso do BTC e do ETH. Como é normal em soluções do setor dos criptoativos, a rede também conta com uma Wallet, que estende seu trabalho com os chamados MicroApps, que se apresenta como um canal de suporte ainda em desenvolvimento. Esse roteiro traçado pelos desenvolvedores da marca é bem característico, mostrando que há um trabalho bem cauteloso que pode fazer com que o ativo fique cada vez mais em evidência no criptomercado.

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