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Transfero anuncia a compra do CryptoBRL para fortalecer o BRZ

“Nossa ideia é diminuir a fricção e dar mais acesso ao mercado global de criptoativos. A compra da CBRL visa a união da comunidade de criptoativos brasileira”

Tranfero, a emissora da stablecoin BRZ, anunciou na última quarta-feira (10/11) a compra do CryptoBRL (CBRL). Essa aquisição visa fortalecer o BRZ, consolidar o mercado de Stablecoins no Brasil e possibilitar maior acesso dos brasileiros ao criptomercado. De acordo com o CEO, Thiago Cesar, muitas criptomoedas e tokens não estão disponíveis no Brasil e, em razão disso, a plataforma criou o BRZ. “Nossa ideia é diminuir a fricção e dar mais acesso ao mercado global de criptoativos. A compra da CBRL visa a união da comunidade de criptoativos brasileira”, explicou. 

Conforme relatado pela Tranfero, a BitPreço deve oferecer a possibilidade para os detentores do CBRL trocarem seus tokens por BRZ. Para realizar essa transação, os usuários precisam acessar a exchange e fazer a conversão para o ativo.

O comunicado feito pela empresa ainda destaca que essa troca deve ser feita até o dia 31 de dezembro. Isso pelo fato de que, a partir desta data, todos os tokens CBRL serão inutilizados. Posteriormente, para que seja capaz de negociar com BRZ, os usuários deverão utilizar as plataformas descentralizadas como a Tranfero, FTX, Crypto.com e outras.

Os avanços do Brasil no criptomercado

Com os avanços da cripto pelo mundo, é de se esperar que cada vez mais países procurem formas de viabilizar os ativos de maneira segura para os seus usuários. O Brasil não está fazendo diferente. Além de fortalecer as moedas que já possui dentro do próprio país, outros avanços em relação ao ecossistema estão acontecendo. Recentemente, o Deputado Federal do Paraná, Luizão Goulart, anunciou um projeto que deve permitir aos trabalhadores a opção de receber parcela do salário em ativos virtuais. 

“As criptomoedas usam o sistema ‘descentralizado’, ou seja, suas transações não são controladas por uma só pessoa ou entidade central. Nossa proposição vem ao encontro dessa modernidade, estabelecendo que de forma opcional o trabalhador possa receber parte de sua remuneração em qualquer tipo de criptomoeda vigente no Mercado Financeiro”, fragmento do Projeto de Lei nº 3908, de Goulart.

Esse avanço deve abrir portas gigantescas pelo país não apenas para os entusiastas do criptomercado, mas também para pessoas que pensam em investir e precisam de um novo incentivo. Com a possibilidade de pagamentos em criptomoeda, logo os ativos estarão sendo utilizados em todos os lugares, mesmo que em compras e vendas cotidianas.

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