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Santander anuncia arrependimento da não adesão ao BTC e procura entrar no setor

De acordo com a Presidente do Banco Santander, Ana Patricia Botín-Sanz de Sautuola O’Shea, a ideia atual do banco é oferecer um fundo negociado na em bolsa (ETF)

Uma das grandes tendências dos últimos meses é a constante adesão do setor monetário tradicional em ferramentas e soluções criptográficas. Porém, não foram todas que viram essa “união” com bons olhos mas, aparentemente, alguns centro financeiros se arrependeram de não embarcar na “onda” do criptomercado. Esse é o caso do Santander, que fez um anúncio público sobre esse fator. De acordo com a Presidente do Banco Santander, Ana Patricia Botín-Sanz de Sautuola O’Shea, a ideia atual do banco é oferecer um fundo negociado na em Bolsa (ETF) de Bitcoin (BTC), para todos os clientes da marca na Espanha. Assim, essa é a estreia do Santander no setor, algo que se mostra de suma importância nessa mescla do tradicional com o moderno. O anúncio também foi veiculado pela CriptoFácil.

A profissional comentou que os criptoativos se apresentam como o pilar mais importante e consistente para o setor financeiro em um curto prazo. Junto a isso, Ana Patricia citou que essa recente adesão se deve muito aos pedidos constantes de seus clientes, mostrando que ainda havia a necessidade de um incentivo por fora para que a empresa entrasse no criptomercado. Por ser algo muito recente, o Santander ainda caminha em passos lentos no quesito de suporte ao cliente nessa área. “Temos sido bastante lentos com esse problema devido a questões de conformidade legal. É preciso ter cuidado com o KYC. Mas também devemos ser capazes de oferecer o produto”, afirmou em entrevista para o veículo de comunicação Bloomberg

Criptoativos serão ‘grande tema dos próximos anos’

Mesmo que ainda seja um período de transição criptográfica para a empresa, Ana Patricia já salienta que os criptoativos serão o “grande tema” para os próximos anos, mesmo que na “realidade já estejam aqui”. O Santander foi um dos últimos grandes centros monetários atuantes no criptomercado, mas a profissional afirma em entrevista que a empresa é pioneira, já que foi a primeira a emitir títulos sobre a Blockchain. Ainda em entrevista, ela cita que não dá mais para contrariar as criptomoedas, sendo difícil impedir a evolução das mesmas. “Agora a questão é como os bancos centrais vão lidar com elas. Se vão administrar sozinhos ou se vão criar um arcabouço legal e nos dizer como fazê-lo. E também depende de como queremos participar. No momento, há mais de US$ 100 bilhões em Stablecoins que estão fora do sistema e não regulamentados”, finalizou.

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