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Cidade Argentina vira a primeira inteiramente cripto da América Latina

San Martín de Los Andes é considerada agora como a primeira 100% criptográfica na região, com 60% da população local já aderindo aos diferenciais dos criptoativos

 

A América Latina está virando um grande fomentador do campo criptográfico. Um dos países que está se envolvendo bastante nesse conceito é a Argentina. A cidade de San Martín de Los Andes é considerada agora como a primeira 100% criptográfica na região, com 60% da população local já aderindo aos diferenciais dos criptoativos. Além disso, mais de 40% da economia da cidade trabalha com Bitcoin. “Estimamos que 60% da população de San Martín de Los Andes sabe o que é Bitcoin, Tether ou Ethereum. É uma moeda comum e quase todos os seus habitantes sabem do que se trata. E a maioria tem alguma economia nesses ativos”, comentou o cofundador da empresa local de criptomoedas Lemon, Borja Martel. 

As fintechs foram de extrema importância nesse marco, já que as empresas Buenbit e Lemon receberam investimentos de US$ 27,3 milhões. A Lemon tem grande impacto nessa conquista, atuando com seu “carro-chefe”, chamado de Lemon Cash (Wallet de criptoativos). A empresa viabiliza pagamentos com ativos digitais, mas também tem a intenção de transformar a cidade argentina em um “hub de criptoativos”. Então, com o aumento do número de empresas aceitando os pagamentos em Lemon Cash e com uma grande aderência no QR Code, o próximo passo, segundo a empresa, é desenvolver o chamado “Patagonia Crypto Valley”.

Mas como isso muda as coisas?

Dessa forma, o projeto ambicioso procura mudar a visão das pessoas em relação à San Martín, tornando ela uma referência na América Latina em Blockchain e criptoativos. “Somos fundadores e atores do ‘Patagonia Crypto Valley’, um pólo que reúne empresas, instituições e startups que promovem soluções baseadas na tecnologia blockchain. Isso nos permite demonstrar que a nova economia digital funciona e sua adoção é iminente”, salientou o CMO da Lemon Cash, Franco Bianchi. O projeto conta, como também vemos em matéria da CriptoFácil, que ele se destaca por sua autenticidade local.

A Buenbit, outra fintech muito envolvida nesta questão, é uma plataforma que atua diretamente com Stablecoins, mas também trabalha com outros ativos. “Desde o ano passado, e com a situação causada pela pandemia, testemunhamos uma forte adoção de tecnologias digitais. E as criptomoedas não são exceção. Isso explica em parte o progresso que elas têm experimentado não apenas como alternativa de economia e investimento, mas também como forma de agilizar a atividade”, falou o chefe de Relações Públicas da Buenbit, Emiliano Limia. A empresa quer se consolidar como referência na indústria cripto na Argentina mas, além disso, conta com a ambição de operar em outros países da América do Sul.

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