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Pesquisa revela que 31% das pessoas na América Latina estão querendo investir no Bitcoin

Uma pesquisa encomendada pela Sherlock Communications, revelou que 30% das 2.200 pessoas entrevistadas na Argentina, Brasil, Colômbia e México possuem interesse em investir no Bitcoin e em outras criptomoedas. 

Apesar de não ser o continente mais rico do planeta, o interesse e a comercialização dos criptoativos tem crescido cada vez mais na  América Latina . Os principais motivos são o desejo de aumentar a riqueza e preservar o patrimônio em momentos de instabilidade econômica.

Ótimo cenário para as criptomoedas e a rede blockchain

O continente tem buscado cada vez mais negócios e soluções envolvendo criptomoedas e a própria utilização da blockchain. Os governos do Brasil, Chile, Colômbia e Peru estão estudando o uso da rede descentralizada para otimizar seus sistemas administrativos e financeiros. Além disso, diversos bancos centrais estudam a criação de uma moeda fiduciária 100% digital, como é o caso do Brasil e da Venezuela. 

O país governado por Nicolás Maduro e a Colômbia lideram juntamente com a Rússia o comércio de vendas P2P de criptomoedas. A grande valorização do Bitcoin e demais criptomoedas fez o número de novos cadastros nas exchanges brasileiras alcançar novos recordes no final de 2020 e começo de 2021. 

Mesmo sendo um continente grande e com diversidades culturais, parece que na maioria dos países vemos um interesse maior nas criptomoedas. No Brasil, a palavra Bitcoin foi mais pesquisada em 2021 do que dólar e o índice Ibovespa, segunda a ferramenta de buscas Google Trends.

Falta de conhecimento é a principal barreira

Segundo a pesquisa, os efeitos sociais e econômicos causados pela Covid-19 fizeram quase 40% dos entrevistados aumentarem seu interesse em investir no Bitcoin. Entretanto, a maioria das pessoas disse não investir ainda por não possuir conhecimento suficiente sobre a criptomoeda. 

Isso mostra que ainda é preciso ser feito um grande trabalho para informar as pessoas sobre como funcionam as moedas descentralizadas, seus riscos e seus benefícios. 

Outro dado interessante é o fato da maioria das pessoas só conhecer o Bitcoin, e não as demais altcoins. Menos de 30% dos entrevistados conheciam a Ethereum, maior altcoin em valor de capitalização do mercado. 

Por fim, metade dos entrevistados concordam que as criptomoedas podem facilitar a troca de dinheiro para moedas de outros países, e mais de 40% acredita que as moedas descentralizadas podem no futuro substituir as moedas fiduciárias. Sem dúvidas são dados que animam os entusiastas das moedas digitais em nosso continente.

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