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PAGAMENTOS DIGITAIS X DINHEIRO FÍSICO

Após aprovação do Conselho Monetário Nacional (CMN) no dia 29 de julho, foi anunciado o lançamento da cédula de R$ 200,00 (duzentos reais). Definido como personagem da nota o lobo-guará, escolhido por uma lista feita em 2001 dos animais da fauna brasileira em extinção.

Com base no efeito consequente da pandemia do COVID-19, houve diminuição de fluxo de notas. Então, agora no fim de agosto a cédula deverá entrar em circulação, com uma hipótese de aumento na demanda, por conta dos saques dos auxílios emergenciais.

O Brasil está classificado como o terceiro país que mais tem utilizado os pagamentos digitais, a partir disso é evidente que o uso do dinheiro físico tem deixado de ser tão significante. As Cédulas e moedas não foram convenientes nesses últimos meses, até mesmo pelo fato de proteção e segurança ao vírus, afinal o contágio é inevitável desta forma, então a alternativa virtual facilitou o processo de transações sem contato.

A pandemia evidenciou o uso dos celulares e notbooks, com uma maior utilidade dos mesmos no isolamento social, possibilitando as aulas online, trabalhos home office, e obviamente em pagamentos e compras virtualmente.

As pessoas têm optado pelo pagamento eletrônico e olhando para um futuro próximo somos capazes de visualizar uma inovação tecnológica a caminho, que atenda as exigências de uma nova época.

Outras formas eficazes de segurança são os pagamentos por aproximação, que ganharam destaque, como cartões, relógios ou celulares. Processo rápido, eficaz e previne o contato físico com cédulas, objetos e pessoas.

Após a pandemia o novo hábito tem grandes hipóteses de continuar, e as plataformas eletrônicas de crescerem ainda mais.


Imagem de apresentação feita pela diretora de Administração do Banco Central, Carolina de Assis Barros, sobre a nova cédula de R$ 200
Foto: Reprodução / Banco Central

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