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Algorand (ALGO) e sua descentralização autossustentável

A rede se apresenta como autossustentável, baseando sua atuação em uma Blockchain que suporta diversos aplicativos

 

Uma das grandes características do criptomercado é proporcionar a oportunidade de redes desenvolverem seu caráter sustentável, não dependendo de outras arestas e certificações burocráticas. A Algorand (ALGO) é uma solução que entende perfeitamente esse conceito, sendo uma das mais visadas nos últimos meses. De forma geral, a rede se apresenta como autossustentável, baseando sua atuação em uma Blockchain que suporta diversos aplicativos. Dessa forma, ao caminhar por um teor escalável, a Algorand segue à risca a questão da confiabilidade, criando outras vertentes dessa qualidade dentro do setor.

Se analisarmos de perto, a questão da confiança é algo que precisa de reforço e, na Algorand, isso é ainda mais precioso por um fator bem característico. Dentro da rede, cerca de 1 milhão de transações podem ser executadas em um espaço curto de tempo (24 horas de acordo com a rede). Isso vem ocorrendo desde o final de 2020 e, por esse fator, quanto mais se opera em termos de transferência, mais confiança é preciso transmitir para os usuários da rede. Na Algorand, os conceitos se mesclam e mostram que a tecnologia unida com a velocidade de atuação pode e deve seguir preceitos de confiança.

Então quem pensou nisso?

A cabeça pensante da proposta é Silvio Micali, que é um dos maiores desenvolvedores de criptoativos do mercado. O profissional pensou sua proposta para criar mais qualidades além de seu principal conceito. Hoje, sabe-se que a Algorand pode melhorar o andamento de transferências, e isso faz dela  um contraponto claro ao Bitcoin, que é uma moeda que conta com baixa rotação de transações. Além disso, outro fator são as taxas, que são menores se compararmos a outras redes autossustentáveis. Vale citar que todo esse viés ideológico só é possível pelo fato da rede basear seu trabalho no protocolo da Blockchain em caráter Proof-of-Stake (PoS).

A ALGO é o ativo da solução, e segue a questão do Bitcoin em ser limitado em sua emissão. Até o momento da realização desta matéria (25/08), a rede mostra que irá terminar seu suporte de criação em 2030, aumentando ainda mais sua atuação (a primeira proposta de fim seria em 2024). Dessa forma, a Algorand é uma rede “sem permissão” e por esse motivo se sustenta por suas próprias “pernas”. Com o Stake, a rede só necessita do consenso de seus validadores em PoS para seguir com sua predominância. Mesmo que “polêmica” em algumas questões, a Algorand (ALGO) nos mostra uma vertente bem interessante do setor em termos de sustentabilidade.

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