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NINA: O novo streaming de música desenvolvido no Solana

Tem como objetivo oferecer mais liberdade aos profissionais da indústria, possibilitando que eles controlem como desejam a distribuição da arte aos seus fãs

A nova invenção do ator Mike Pollard entrou no mercado para revolucionar a maneira como escutamos música. Visando unir a indústria musical com a criptografia e oferecer uma nova plataforma diferenciada aos entusiastas, Pollard criou a NINA. Esse novo streaming foi desenvolvido no Blockchain Solana (SOL) e tem como objetivo oferecer mais liberdade aos profissionais da indústria, possibilitando que eles controlem como desejam a distribuição da arte aos seus fãs. 

De acordo com Pollard, quando um músico carrega seu álbum na Nina, ele fica disponível gratuitamente, como acontece no YouTube. Entretanto, existe uma diferença: na plataforma Nina, sempre que um álbum é liberado, o cantor também estará emitindo um conjunto limitado de tokens para os fãs. Essas NFT’s são diferentes do que conhecemos, pois os tokens do Nina não permitem que o comprador obtenha uma cópia digital única da música, apenas proporciona, eventualmente, vantagens especiais na plataforma. 

Além disso, a Nina também permite que os artistas determinem o valor e escolham se terá ou não vantagens especiais aos colecionadores. “Você pode pensar nos tokens como uma espécie de programa de fidelidade modular, potencialmente. Se um artista quiser dizer, ‘As vendas de ingressos começam 30 minutos antes para as pessoas que têm este token’, (eles podem comprar), ou você pode fazer uma discórdia com token fechado. Existe um tipo de valor que não iremos necessariamente prescrever”, disse Pollard.

As vantagens da Nina

Um dos grandes diferenciais da Nina é possibilitar compras em USDC, uma Stablecoin popular relacionada ao valor do Dólar americano. Ainda que o ambiente todo seja criptografado, a ideia de Pollard é que a plataforma seja menos volátil do que o Ethereum (ETH) ou SOL. De acordo com o CEO, a abordagem usada no streaming é resolver os problemas de acessibilidade da criptografia e da esfera cultural conhecida como Web3. “Acho que, para conseguir atrair mais pessoas para a criptografia, você realmente precisa começar devagar. No momento, a educação em torno do Blockchain envolve muitas palavras que as pessoas não conhecem. É quase como se elas sentissem que estão fazendo algum tipo de mudança ideológica. Dessa forma, a nossa ideia é mostrar os benefícios do Blockchain sem ter que beber completamente o Kool-Aid”,  explicou Pollar.

A escolha do Solana em vez do Ethereum (ETH) foi estratégica. Segundo o empresário, o sistema de taxas para cunhar um NFT “grátis” é alta dependendo do dia, além de que, o processo para criar toda a peça pode acarretar em um custo ambiental significativo. Dessa forma, a Nina foi criada para operar em um mercado secundário para seus tokens. Ou seja, se você comprar um token de uma música e, eventualmente, não quiser mais, pode simplesmente vender para outra pessoa. 

Todo esse processo não deve prejudicar o músico, pois, ao contrário de outras plataformas, o profissional deve receber parte de cada uma das vendas feitas. Resumindo, a ideia de Pollard é que os músicos tentem algo novo. De acordo com o CEO, a Nina oferece aos artistas a possibilidade de atribuir um valor à sua música de uma maneira totalmente diferente. “Podemos ver Nina como uma maneira empolgante de sair da bolha usual das plataformas que acabam com toda a diversão da música”, disse.

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