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Mina (MINA) e sua Blockchain “sucinta” em prol das DApps

Em outras palavras, o protocolo é uma cadeia de blocos leves, com um tamanho pré-projetado para continuar o mesmo independente do tempo e uso

 

A inserção de algumas soluções no criptomercado são feitas de uma forma bem única e peculiar. Dessa forma, elas denominam seus modelos de Blockchain e desenvolvem livros-razão que ainda não foram postos ao mundo cripto. Um dos protocolos que faz isso é a Mina (MINA), que se denomina como uma “Blockchain Sucinta”, sendo desenvolvido para colocar um limite em requisitos computacionais que procuram executar DApps de uma maneira mais eficiente. Em outras palavras, o protocolo é uma cadeia de blocos leves. Com um tamanho pré-projetado para continuar o mesmo independente do tempo e uso, a cadeia é posta nos pilares de segurança e descentralização, bem evidentes no setor.

A Mina é considerada como uma das redes mais leves por ter um tamanho de apenas 22 KB, um número bem reduzido se comparado com o Bitcoin que conta com cerca de 300 GB em sua Blockchain. A rede utiliza o teor “sucinto” por causa de sua vontade em desenvolver um sistema de pagamento que proponha autonomia para usuários verificarem seus movimentos na plataforma de forma “nativa”. Uma das características da rede é a utilização da Zero-Knowledge Succinct Non-Interactive Arguments of Knowledge (zk-SNARKs), que é um modelo de prova criptográfica para autenticação de informações. Isso tudo é feito para os moldes de 22 KB, já que a autonomia do usuário seria quase impossível em redes maiores.

Mas como a solução se sustenta?

Dentro da Mina, existe uma prática bem incomum, que é concentrar os chamados SNARKS (que são uma ferramenta de prova) nos últimos blocos. Ao fazer isso, a rede facilita o caminho dos usuários. Isso porque eles poderão realizar verificações com o modelo de prova citado no parágrafo anterior, ao invés de buscar direto no histórico. Mas, muito além disso, o protocolo também conta com o token MINA, que foi desenvolvido para ser uma moeda de troca. Mesmo com um papel principal, pode se usar a moeda para “prover”. Esse é um termo dito em seu White Paper, um equivalente a uma mineração, que irá garantir a saúde de cada bloco.

Ainda sobre a questão das “provas”, o protocolo da Mina trabalha com o chamado Ouroboros Samasika, que é um mecanismo em Proof-of-Stake (PoS), sendo desenvolvida em caráter “sucinto”. Ao usar o termo, a rede se direciona ao fornecimento de “bootstrapping” por meio de um bloco de gênese. Em linhas gerais, uma Blockchain “sucinta” existe para verificar ou atualizar. Por fim, o projeto de moeda foca em ferramentas diferenciadas para melhorar a velocidade no processamento de transações. Essa medida é possível por meio de um agrupamento de blocos que ainda não foram comprovados. Isso mostra como a Mina (MINA) é um dos projetos mais singulares do setor.

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