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Helium (HNT) e a Internet das Coisas

A rede se apresenta ao setor com um teor descentralizado em caráter Blockchain para dispositivos que trabalham com o IoT

 

A Internet das Coisas, também conhecida pelo termo inglês de Internet of Things (IoT), é um fenômeno digital que estampa sua importância desde sua primeira definição em nossa sociedade. Como de praxe, as qualidades dessa tecnologia seriam usadas no criptomercado, algo que é bem trabalhado por alguns projetos, como é o caso da Helium (HNT). A rede se apresenta ao setor com um teor descentralizado em caráter Blockchain para dispositivos que trabalham com o IoT. Sua composição faz com que esses dispositivos, mesmo que atuantes em força reduzida, consigam se comunicar para exercer uma troca de informações e dados.

Sendo assim, na Helium, os “nós” são chamados de “Hotspots”, consistindo em uma combinação de uma gateway sem fio com dispositivos de mineração dentro da Blockchain, mostrando realmente sua ligação com a Internet das Coisas. Quem opera com os “nós” citados, irá receber suas recompensas por meio do token HNT, aumentando seu teor em IoT, já que é algo pensado desde sua primeira concepção. A rede em si quer preparar o futuro por meio da Internet of Things. Desta forma, conseguirá arrumar alguns problemas de infraestrutura e outras irregularidades que a tecnologia apresenta.

Mas como começou esse trabalho?

Vale citar que esse trabalho visionário começou lá em 2013, quando a IoT ainda era algo muito precoce e experimental. Havia o desejo de inserir a descentralização nesta tecnologia, já que também “casaria” com o fomento crescente do setor dos criptoativos naquela época. O Helium, portanto, nasceu com a intenção de juntar donos de dispositivos e entusiastas em IoT em apenas um ecossistema. Isso incentiva todos os envolvidos por meio de suas recompensas e propostas para o futuro. Esse trabalho começa com a adesão de Hotspots que irão gerar a oportunidade dos usuários criarem seu próprio gateway sem fio e uma mineradora dentro da rede.

Mas outra característica bem relevante dentro da Helium é seu processo em Proof-of-Coverage (PoC), que é um novo mecanismo criptográfico de consenso, sendo baseado no protocolo HoneyBadger BFT. Essa nova modalidade faz o elo entre os “nós” de uma rede com a qualidade de conexão, que em alguns casos pode parecer muito variável. Por fim, quem é usuário dentro do protocolo pode realizar pagamento de taxas com outra modalidade, não sendo necessária a utilização do HNT. Nesse caso, os indivíduos utilizam a “Data Credits”, que são “ativos” que não podem estar em negociação. Isso porque há a ligação direta entre eles e as pessoas que trabalham com a “Data Credits”.

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