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Exchanges no Brasil – um mercado que só tende a crescer

O mundo das criptomoedas voltou a ser protagonista no cenário econômico mundial. O mercado vive atualmente um estado de euforia, impulsionado pela grande valorização que o Bitcoin e demais altcoins tiveram nas últimas semanas. É notável o crescente interesse que a mídia e as pessoas estão tendo sobre as moedas digitais – inclusive em nosso país. 

Normalmente, o assunto mais comentado são as próprias criptomoedas. E não é de se espantar, afinal muitas delas valorizaram mais de 300% nos últimos 12 meses, como o Bitcoin e a Ethereum. Entretanto, as próprias exchanges onde essas moedas são listadas estão crescendo cada vez mais. 

Vale destacar que o crescimento das exchanges brasileiras é ótimo para o mercado local. Com isso, as mesmas podem melhorar suas plataformas e serviços, competindo de igual com as estrangeiras. Desse modo, os adeptos das criptomoedas em território nacional tendem a crescer na mesma proporção que as exchanges crescem e evoluem.

Demanda por criptomoedas cresceu muito em 2020

Uma pesquisa realizada pelo site BeinCrypto no final de novembro de 2020 revelou que as principais corretoras brasileiras de criptomoedas tiveram um crescimento de até 150% em comparação ao último trimestre de 2019. O volume de negociações e de novos clientes cresceu consideravelmente durante o período. 

O mercado das moedas digitais tem crescido tanto no país, que a Binance (exchange com maior volume de negociações no mundo) passou a olhar o mercado brasileiro com outros olhos. O CEO da companhia, Changpeng Zhao, afirmou em novembro que o Brasil já é um dos países mais atrativos e que se destacam no mundo das criptomoedas. Na mesma ocasião, ele afirmou que a Binance pretende aumentar a sua presença no país nos próximos anos.

Outro fator importante para se analisar é o aumento de buscas feitas por brasileiros por temas relacionados ao criptomercado nas últimas semanas. A ferramenta Google Trends, que monitora o número de pesquisas realizadas no site Google, mostra que os brasileiros têm pesquisado mais sobre Bitcoin do que o índice Ibovespa e o dólar nos últimos dias.  

Exchanges brasileiras estão evoluindo para acompanhar o mercado

As principais exchanges brasileiras têm registrado cada vez mais volumes de negociações e de aberturas de novas contas em suas plataformas. Segundo o BeinCrypt, a Mercado Bitcoin revelou um aumento de 30% de novos clientes nos meses de outubro e novembro de 2020. A BitcoinTrade registrou um aumento de 40% de novos clientes em outubro em relação aos meses anteriores. Já na NovaDax, a adesão de novas pessoas em novembro de 2020 foi 150% maior em relação ao mesmo período em 2019. Tudo leva a crer que com o forte crescimento das criptomoedas nas últimas semanas, esses números só aumentaram.  

 
Segundo o site de pesquisas CointraderMonitor, as exchanges brasileiras movimentaram 351.204,65 Bitcoins no ano de 2020, valor acima de R$64 bilhões na cotação atual.

Sem dúvidas é um grande valor. Porém, as exchanges nacionais ainda estão longe de superar as maiores do mundo. A Binance por exemplo tem um valor de movimentação diário acima dos US$15 bilhões. A exchange chinesa já passou a realizar saques e depósitos em real, querendo capitalizar cada vez mais clientes brasileiros. 

Para competir de igual para igual com as exchanges internacionais, as brasileiras devem melhorar seus serviços e estruturas. Um dos principais problemas relatados pelos usuários são as taxas muito altas, falta de liquidez, pouca listagem de moedas e plataformas que travam em momentos de grande volume do mercado. 

A Intercore nasceu para ser uma exchange que busca oferecer melhores serviços aos brasileiros que querem entrar no criptomercado. A empresa promete taxas de transações e saques atrativos, plataforma segura e ágil, listagem de tokens vasta e rápida e stablecoins pareadas em Real, Dólar, Euro e Libra Esterlina. 

Com isso, a exchange tem todo o potencial para oferecer uma das melhores plataformas e serviços para os seus clientes.

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