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DigiByte (DGB): Código aberto e criação de criptoativos

Seu trabalho já é bem antigo, contando com o token DGB, que é uma bifurcação do Bitcoin (BTC)

A criação de ativos dentro de outros processos criptográficos não é algo tão incomum dentro do criptomercado, já que alguns projetos seguem essa linha ideológica para enriquecer ainda mais o setor. Uma dessas iniciativas é a DigiByte (DGB), que se apresenta como um protocolo de código aberto que sustenta todo um ecossistema de atuação e criação de ativos.

Seu trabalho já é bem antigo, contando com o token DGB, que é uma bifurcação do Bitcoin (BTC). Por apresentar autonomia e um grande trajeto dentro da criptografia, a DigiByte se desenvolveu para ter cinco algoritmos, todos esses atuantes em prol da segurança de dados. Além desse pilar, a proposta digital desenvolve uma melhor performance em termos de capacidade e velocidade de transferências dentro da Blockchain do BTC.

Um dos grandes diferenciais da DigiByte é sua capacidade digital, que fica bem evidente quando detalhamos suas três camadas. O projeto conta com um Smart Contracts em termos de “App Store”, uma Blockchain pública e um núcleo do protocolo que conta com “nós” comunicativos, responsáveis pela transmissão de transações.

Em linhas gerais, a DigiByte é uma vertente do BTC. Um fator que se deve muito à bifurcação comentada anteriormente. Porém, ela vai adiante, focando em proporcionar uma versão melhorada dos processos existentes na moeda de Satoshi Nakamoto. Por apresentar um ecossistema complexo em termos de informação, a DigiByte é muito visada por sua vivência de mercado. Atua constantemente desde 2013, algo que poucos ativos conseguiram fazer.

Bem relacionado com o BTC

A DGB é um dos grandes responsáveis pelo desenvolvimento duradouro do protocolo completo, ainda mais por ser algo bem relacionado com o Bitcoin. Porém, esse não é o único diferencial em termos de token/ativo na rede. Há algum tempo atrás, a DigiByte incluiu a DigiAssets, que é a responsável por lançar ativos diferenciados e DApps. Além do manuseio de códigos específicos de Smart Contracts que necessitam desta atualização. Por fim, a DigiByte provê governança, mas esse teor se apresenta de outra maneira, contrariando outros processos tecnológicos. Esse poder fica na mão de voluntários, mas os mesmos precisam seguir regras e códigos, todos eles aliados ao nível de acessibilidade da proposta.

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