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Celo (CELO) e a adoção de criptoativos pelos smartphones

O ecossistema foca em apresentar inúmeros smartphones ao conceito de transações em ativos digitais, incluindo até aqueles que não possuem acesso aos bancos

 

Na virada do milênio, um dos grandes artifícios de luxo da época eram os smartphones. Hoje eles já são responsáveis pelos avanços tecnológicos que acompanhamos diariamente. O criptomercado surgiu, sendo grande aliado dos computadores. Mas os celulares não ficaram de lado no processo, já que algumas soluções olham com carinho para esses dispositivos. Quem trabalha bem com esse conceito é o Celo (CELO), que usa os smartphones como respaldo para adoção de criptoativos. O ecossistema foca, dessa forma, apresentar inúmeros smartphones ao conceito de transações em ativos digitais. Isso inclui até aqueles que não possuem acesso aos bancos, usando o número do celular como chave pública.

Além de usar aparelhos celulares para popularizar ainda mais o criptomercado, a rede também abre espaço para o desenvolvimento de Smart Contracts e das DApps, que é uma tecnologia que viveu seu “boom” recentemente. Hoje, o ecossistema opera com dois tokens, sendo o CELO o mais popular e bem característico por atuar em Proof-of-Stake (PoS). Ele é direcionado para pagamento de taxas de transação, além de ter um viés em governança dentro da rede em futuras atualizações. O outro token é chamado de Celo Dollar (CUSD), que é um “projeto” mais singular e silencioso do protocolo que, segundo a rede, será utilizado para hospedar Stablecoins no futuro.

Mas como a Celo pretende utilizar esse processo?

Como de praxe, a Celo foca diretamente em usuários de smartphones. Isso porque, segundo a própria desenvolvedora, os usuários de celulares nunca pararam de aumentar, continuando em uma crescente interessante para o setor dos criptoativos. Mas, é visto que a utilização de moedas virtuais ainda segue um caminho mais lento. Dessa forma, se viu a necessidade de unir e alimentar os dois mundos de maneira igual. Um fator interessante observado é em relação a acessibilidade tanto em criptomoedas como em celulares. Portanto, essa proposta quer propor uma alternativa para quem não tem aplicativos bancários em seus smartphones.

Em resumo, esse é o grande objetivo da rede desde sua primeira concepção, juntando toda essa vontade com o teor DeFi e um apoio eficiente na criação de Smart Contracts e DApps por meio de seus utensílios tecnológicos. Desta forma, a rede otimizou sua Blockchain para uma melhor acessibilidade em smartphones, calculando de forma automática todas as taxas de transação que são necessárias para o andamento dos processos. Além disso, essa Blockchain única permite o pagamento da “taxa de gás”, como explicamos anteriormente no portal O Monetário, que ajuda a potencializar transações tanto de seus tokens, como de outras moedas.

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