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Cazaquistão vira segundo centro mundial de mineração de ativos digitais

Segundo dados apurados pela Cambridge Center for Alternative Finance, os recursos energéticos do país ainda estão em discussão

O assunto “mineração” chama bastante atenção em 2021, ainda mais se levarmos em consideração a movimentação da China no primeiro semestre do ano. Devido a legislações e acordos do governo local, mais da metade da força de mineração do país foi migrada para os Estados Unidos. Outros países viraram centros e entusiastas importantes da mineração e do criptomercado em si nesse período e essa lista só tende a crescer. A nação que entrou nos noticiários é o Cazaquistão, que agora é considerado o segundo maior centro de mineração de Bitcoin (BTC). Segundo dados apurados pela Cambridge Center for Alternative Finance, os recursos energéticos do país ainda estão em discussão mas, de acordo com o Ministro da Energia do Cazaquistão, Magzum Mirzagaliyev há uma movimentação. O político comentou que os entusiastas do setor não terão problemas com energia, dependendo também da regulamentação.

Vale citar que isso não vale para todos os profissionais da área, já que existe a categoria de “mineradores cinzas”, que é um termo usado para denominar mineradores que ainda não se registraram no governo. Essas pessoas precisam se registrar ou se retirar do país para atuar em outra localidade. O Cazaquistão é visado por apresentar baixo custo de eletricidade em residências e empresas, sendo uma das menores do mundo, assim, é um sítio muito eficiente para a prosperidade da mineração. Outra característica local bem interessante é em relação à “dependência” da produção energética, que é bem sustentada pelo carvão do país, que ajuda a render grande desempenho em termos de energia. Seu mercado livre também é responsável por esse sucesso e todo esse debate, mas não depende exclusivamente dele.

Aliados

É bem evidente que, quanto mais visado e desejado, mais pressionado um país será por suas medidas positivas em relação a um mercado e, no caso do Cazaquistão, isso se direciona para as fontes de energia verde. De acordo com dados do governo e apurados também pelo jornal Criptonizando, a mineração de ativos digitais corresponde a 8% da capacidade de eletricidade da nação. Um dos aliados desse processo criptográfico do Cazaquistão é a Associação Nacional da Indústria de Blockchain e Data Center, que observou uma solução aparente para o futuro energético da “parceria”. O núcleo comercial salientou que o governo precisava contactar os mineradores não registrados, para que todos possam atuar no mesmo lado da proposta.

“Embora muitos mineradores ilegais tenham estabelecido operações nos últimos meses, há muitas empresas de mineração de Bitcoin que operam no país há muitos anos que cumprem integralmente todas as leis, pagam seus impostos e fornecem empregos locais”, comentou o presidente da associação, Alan Dorjiyev.

O profissional ainda citou que sua associação colabora proativamente com o Ministério da Energia e o Ministério do Desenvolvimento Digital para “criar um mercado justo e transparente onde aqueles que seguem as regras podem operar enquanto aqueles que não o fazem serão forçados a fechar os negócios”.

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