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Bilionários do Bitcoin: conheça os gêmeos Winklevoss

Bilionários do Bitcoin, os gêmeos  Winklevoss ficaram famosos após o lançamento de A Rede Social, filme lançado em 2010 que busca contar a história de como o Facebook foi criado. Tanto na trama quanto na vida real os irmãos norte-americanos acusaram seu compatriota Mark Zuckerberg de ter roubado a ideia por trás da rede social. 

Tyler e Cameron conheceram Mark em 2003, em Harvard, e apresentaram para ele o projeto ConnectU, site que funcionaria como uma rede social para alunos da faculdade. Mark não seguiu adiante no projeto, porém meses depois lançou o Facebook, causando a ira dos irmãos. 

A acusação de roubo intelectual foi parar na justiça, e Mark teve que pagar mais de 200 milhões de dólares na época em dinheiro e ações da própria empresa para os gêmeos. 

Um novo começo

Após a decisão da justiça, Tyler e Cameron focaram no remo. Os dois chegaram a ser finalistas nas olimpíadas de 2008, em Pequim. Em 2013 investiram 11 milhões de dólares do seu patrimônio na compra de Bitcoins, que rendeu na época a aquisição de mais de 90.000 moedas. 

Os dois desenvolveram a Winkdek, ferramenta que acompanha em tempo real a cotação da moeda. Também criaram a sua própria plataforma de compra e venda de Bitcoins e demais altcoins, a Gemini. Em 2013 o The New York Times declarou os gêmeos como os primeiros bilionários do setor de criptomoedas.

O que os bilionários do Bitcoin esperam do futuro

Pela cotação atual, os gêmeos tem mais de 1 bilhão e 400 milhões de dólares em Bitcoin. O ativo já teve várias altas e baixas desde 2013, porém Tyler e Cameron afirmam não terem vendido nenhuma moeda ainda. Os dois são grandes entusiastas do mundo cripto, acreditando que as criptomoedas possam ser o futuro do dinheiro. 

Em agosto deste ano, Tyler através do seu Twitter declarou que ele e Cameron acreditam que o Bitcoin possa valer 500 mil dólares num futuro próximo. Segundo ele, o dólar americano não é mais uma reserva de valor confiável, e a criptomoeda irá passar o ouro e as moedas fiduciárias como maior fonte de reserva de capital nos próximos anos. 

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