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Audius (AUDIO) e seu compartilhamento descentralizado de músicas

A plataforma, que também atua no streaming, busca facilitar transações diretas entre criadores e usuários

 

Em nosso conceito de linguagem de mercado, já estudamos e trouxemos aqui no O Monetário sobre propostas únicas e diferenciadas no setor. Alguns desses projetos focam em jogos eletrônicos, outros em plataforma e aplicativos diferenciados, como também já vimos sobre ações que focam em tecnologias de nuvem. Sendo assim, há grande espaço para ideias interessantes, pioneiras e com características marcadas em outras áreas, como é o caso da Audius (AUDIO), que foca no compartilhamento descentralizado de músicas. A plataforma, que também atua no streaming, busca facilitar transações diretas entre criadores e usuários.

Ao criar um caminho facilitador para quem opera com a solução em todas as frentes, a Audius também proporciona maior liberdade de distribuição, monetização e transmissão de qualquer tipo de arquivo que contenha conteúdo em áudio. Em outras palavras, a proposta se apresenta como uma Blockchain direcionada para a acessibilidade em hospedagem de conteúdo. Com esse caminho ideológico, a Audius se desenvolveu como uma solução bem única do setor. Isso porque usa seus artifícios para fortalecer outro campo que usufrui diretamente da tecnologia para “viver”.

Conceito ideológico

A proposta também conta com um token utilitário nativo chamado de AUDIO, sendo ele um agente de transição dentro da concepção criptográfica da rede. Ele é utilizado por usuários que desejam participar na votação de governança do protocolo, além de atualizações futuras do mesmo. Além disso, o token é para implantar e executar “nós”, em que usuários possam receber uma parcela das taxas existentes. Por fim, o AUDIO também se implanta para desbloquear recursos como tokens de outros artistas, recebendo assim um poder equivalente de voto de seus fãs, como é citado no CoinMarketCap.

Dessa forma, dentro do conceito ideológico e criptográfico da Audius, o protocolo segue uma ideia bem clara em relação aos “nós”. Ali, ele apresenta “nós” de descoberta que indexam as arestas de conteúdo, fornecendo uma interface linear, intuitiva e com fácil acesso para consultar e recuperar os chamados “metadados”. O protocolo também conta com os “nós” de conteúdo que hospedam músicas e outros áudios, além de permitir acesso em nome de artistas que queiram fazer parte dessa nova face do mercado criptográfico. Unir o criptomercado com diversas áreas econômicas, sociais e de entretenimento irão estabelecer ainda mais o setor dos criptoativos.

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