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59% das companhias aéreas estão analisando soluções em Blockchain

A plataforma deve permitir que as empresas de turismo publiquem os locais disponíveis diretamente para seus clientes

A American Airlines e a Winding Tree anunciaram, na terça-feira (16/11), que estão se juntando para proporcionar aos compradores corporativos o acesso aos dados da companhia aérea sem necessidade de intermediários. A Winding Tree é um mercado descentralizado no Ethereum (ETH), que tem como objetivo tornar as viagens mais baratas para os consumidores e mais lucrativas aos fornecedores. Dessa forma, com a parceria, a plataforma deve permitir que as empresas de turismo publiquem os locais disponíveis diretamente para seus clientes. Recentemente, o provedor de tecnologia de transporte aéreo Sita estimou que 59% das companhias já estão analisando as soluções de tecnologia Blockchain para seus procedimentos internos.

“Estamos sempre procurando formas inovadoras de dar o acesso ao conteúdo da American aos nossos clientes, da maneira que for mais conveniente para eles”, disse o diretor-gerente de digital e distribuição da American, Neil Guerin. 

Como vai funcionar

A junção com a American deve fornecer uma estrutura para o programa de reservas de lazer com compradores corporativos. De acordo com o diretor de operações e cofundador da Winding, Pedro Anderson, ainda que a conectividade do marketplace seja genérica, a Blockchain da Ethereum garante que cada relacionamento entre o vendedor e comprador seja exclusivo. Essa parceria também deve oportunizar preços personalizados de conteúdo para as duas partes. Além disso, a American Airlines pretende se unir à Air Canada para alavancar o mercado descentralizado do Winding Tree e receber mais compradores de maneira direta. 

Essa decisão vem como uma solução para a devastação que a pandemia da Covid-19 causou nas companhias aéreas. De acordo com os dados disponibilizados pelo The International Air Transport Association (IATA), cerca de US$ 252 milhões foram perdidos por causa dos bloqueios obrigatórios. Anderson ressalta que esse impacto fez com que as companhias sofressem uma grande mudança de paradigma nas viagens, o que valorizou a inovação. 

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